Como o clima afeta as embalagens de papelão ondulado?
Compartilhe:
Você já notou a descoloração de uma caixa depois de deixá-la exposta ao sol por vários dias? Ou você já percebeu como o papelão pode enfraquecer quando exposto à umidade? Todo mundo provavelmente já recebeu uma caixa de papelão que esteve na chuva ou que está muito úmida e mal se sustenta.
O clima pode afetar as embalagens de papelão ondulado de várias maneiras. O papelão ondulado é sensível às mudanças de umidade e temperatura, o que pode impactar sua resistência e integridade. A placa de fibra corrugada geralmente sofre danos tanto à estrutura física quanto à cola que a mantém unida quando exposta a qualquer ambiente que promova o crescimento de bactérias e umidade.
Aqui estão alguns dos principais efeitos do clima nas embalagens de papelão ondulado:
- Umidade: O papelão ondulado é feito de papel, que é sensível à umidade. Quando exposto a altos níveis de umidade, o papelão pode absorver água, tornar-se fraco e perder sua resistência. Isso pode levar ao enfraquecimento da embalagem e à sua incapacidade de proteger os produtos embalados. Por outro lado, em condições muito secas, o couro pode ressecar e ficar quebradiço.
- Temperatura: Dependendo do papelão ondulado, em mudanças extremas, tende a se expandir nas temperaturas mais quentes e contrair-se em temperaturas mais frias. Essa expansão e contração repetidas podem causar estresse nas fibras de papel e levar à perda de integridade estrutural ao longo do tempo.
Condensação: Em ambientes com grandes diferenças de temperatura, a condensação pode se formar dentro das embalagens de papelão, especialmente se o produto embalado estiver quente e a embalagem exposta a um ambiente mais frio. A umidade resultante da condensação pode danificar o papelão e o produto embalado.
- Armazenamento inadequado: O armazenamento inadequado em ambientes com flutuações de temperatura e umidade pode causar problemas, como amolecimento do adesivo utilizado no papelão ondulado. Isso pode levar à separação das camadas de papelão ou ao descolamento das abas, comprometendo a integridade da embalagem.
- Exposição ao sol e à chuva: A exposição prolongada ao sol e à chuva pode causar danos diretos ao papelão ondulado. A exposição ao sol pode desbotar o cor do papelão e enfraquecer suas fibras. A umidade da chuva pode encharcar o papelão, tornando-o ineficaz na proteção dos produtos embalados.
- Armazenamento ao ar livre: As embalagens de papelão ondulado não são adequadas para armazenamento prolongado ao ar livre, pois são suscetíveis a danos causados pela exposição direta ao sol, chuva e umidade.
Para minimizar os efeitos do clima nas embalagens de papelão ondulado, é importante armazená-las em condições climatizadas sempre que possível. Isso inclui ambientes com níveis de umidade e temperatura controlados. Além disso, é importante escolher embalagens de papelão com especificações adequadas para o tipo de produto que será embalado, também a qualidade do papelão, a espessura e o revestimento, pois esses fatores podem afetar sua resistência às condições ambientais, e assim, garantir que sejam suficientemente firmes para suportar as condições de transporte e armazenamento esperadas. O clima pode influenciar as embalagens de papelão de várias maneiras, tornando importante considerar todos estes fatores ao projetar, fabricar, armazenar e transportar produtos embalados em papelão.
Caixas com espessuras maiores e revestimentos são mais resistentes aos intempéries do clima. A AOPACK é uma máquina automatizada na fabricação de caixas de papelão capaz de produzir em inúmeros materiais altamente resistentes, conheça todas as suas capacidades, clique aqui!
Posts recentes
Caixa pronta em uma passagemImagine o papelão entrando de um lado e a caixa saindo quase pronta do outro. Menos etapas. Menos movimentação. Menos espera entre processos. É esse tipo de produtividade que muda o ritmo de uma cartonagem, de um fabricante de caixas ou de uma indústria de embalagens.
Papel barato pode custar caro
Comprar papel olhando só o preço parece economia. Até a produção começar a reclamar. O papel mais barato pode trazer pó, variação, parada de máquina, falha de impressão, perda no vinco, problema na laminação e mais desperdício.
O fornecedor virou parte da produção
Comprar bem nunca foi só comparar preço. Na prática, o fornecedor entra na fábrica junto com a máquina, com o papel, com o insumo, com a peça de reposição e, principalmente, com a resposta quando alguma coisa sai do combinado.
IA vai entrar pela pré-impressão
O "Exterminador do Futuro" não vai começar pela diretoria... Ele vai começar pelo Trapping. Muita gente perde o sono achando que a Inteligência Artificial vai acordar amanhã, assumir o controle de grandes gráficas e tomar decisões corporativas complexas de bilhões de dólares.
A umidade também manda na produção
No sistema produtivo, nem sempre o problema está na máquina, no operador ou no fornecedor. Às vezes, quem resolveu participar da produção foi a umidade do ar. E ela não costuma pedir licença.
Bobina ou Folha Solta?
No mercado gráfico, comparar papel apenas pelo preço de compra pode esconder parte importante da conta. Para o empresário, o que realmente importa é entender quanto esse papel custa dentro da operação inteira.
O acabamento pode engolir a promessa do digital
A impressão digital chegou com uma proposta forte para o mercado editorial. Tiragens menores, prazos mais curtos, menos estoque parado e mais flexibilidade para editoras, gráficas e empresas de conteúdo. Mas existe um detalhe que não cabe no discurso bonito da velocidade.
Digital e offset não precisam brigar
Tem discussão no mercado gráfico que parece reunião de condomínio. De um lado, alguém defendendo o offset como se fosse patrimônio histórico da humanidade. Do outro, alguém falando do digital como se tivesse inventado a impressão ontem de manhã.
Catálogo colorido voltou a ter valor
Tem cliente que até gosta de receber link. Mas, na hora de comparar produto, medida, acabamento e aplicação, um catálogo bem feito ainda entra na reunião com moral.
Quando o estoque de livros fecha o gol das editoras
Durante muito tempo, falar de livro, apostila ou catálogo era quase sempre falar de grande tiragem. Produzir muito para o custo unitário cair, estocar bastante e torcer para tudo girar bem. Quem nunca viu uma pilha de material parado ocupando espaço como se estivesse pagando aluguel?
Embalagem para produtos baratos
Na prateleira, o produto popular tem poucos segundos para ganhar confiança. O preço ajuda, claro. Mas se a embalagem parece frágil, mal impressa ou feita no susto, o consumidor desconfia antes mesmo de pegar na mão. E desconfiança, no varejo, pesa mais que desconto.
Técnico bom chega antes do prejuízo
O primeiro sinal quase nunca grita. Ele aparece baixinho, no ruído diferente, na vibração discreta, no ajuste fora do padrão ou naquela peça que parece pedir férias antes da hora. Por isso, técnico bom não é apenas aquele que aparece na emergência.
A Regency e a virada para o digital
A Regency Labels é uma gráfica familiar com muitos anos de estrada no mercado de rótulos. A base da empresa sempre foi a flexografia. Máquina robusta, produção firme, operador experiente com aquele conhecimento de chão de fábrica. Mas o mercado começou a mudar.
Máquina parada vira propaganda negativa
Quando uma máquina para, o problema não fica só dentro da fábrica. Ele aparece no prazo, na conversa com o cliente, no pedido que atrasa e na confiança que começa a balançar. A máquina fica em silêncio, mas o mercado escuta. E, convenhamos, silêncio de máquina parada é um barulho caro.
Quando o vinco rompe, a embalagem sente
Uma embalagem de papelão não perde qualidade só quando rasga, amassa ou chega torta no cliente. Muitas vezes, o problema começa antes, em um detalhe que parece pequeno, mas manda muito no desempenho final da caixa: o vinco.
Verniz não é maquiagem
Muita gente olha para o verniz e pensa que ele serve apenas para deixar a embalagem mais bonita. Serve também, claro. Mas parar por aí é quase chamar capacete de chapéu bonito. O verniz tem função, protege o impresso, valoriza o acabamento e ajuda a embalagem a chegar melhor até o cliente.
Operador bom precisa de processo bom
Toda fábrica tem aquele operador que “salva o dia”. Ele ajusta a máquina no ouvido, resolve problema no olhar, troca pedido no susto e ainda sabe onde está aquela ferramenta que ninguém encontra desde 2017. O operador deveria carregar a fábrica nas costas?
Flexo e Digital não são inimigos
Tem uma discussão que aparece toda hora no mercado gráfico, quase como jogo de torcida. De um lado, quem defende a flexo. Do outro, quem aposta tudo no digital. Mas, na prática, essa briga faz pouco sentido.
O gargalo mora no acabamento
Tem gráfica que imprime rápido, entrega uma qualidade bonita, atende bem o cliente e mesmo assim sofre para cumprir prazo. A culpa nem sempre está na impressão. Muitas vezes, o gargalo está logo depois, no acabamento.
CoverBook começa a produzir em Manaus logo após a instalação
Uma máquina nova chegando na gráfica sempre cria expectativa. Tem preparação, treinamento, ajustes finais e aquela pergunta que todo empresário faz em silêncio. Será que vai rodar bem? Em Manaus, a resposta veio rápido.
Veja Mais





















