RGB para CMYK
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O passo mais mal entendido do design para impressão
Todo mundo já viu acontecer. Na tela, a arte está linda. No papel, parece “outra cor”. E aí começa a novela de prova, ajuste, novo arquivo e tempo indo embora.
O motivo quase sempre é o mesmo. RGB é cor de tela. É luz. CMYK é cor de impressão. É tinta. Quando você manda um arquivo em RGB para uma impressora que trabalha em CMYK, a conversão acontece do jeito que der. E é aí que os azuis perdem força, os tons neon desaparecem e o preto fica sem aquele peso que o cliente esperava.
O problema não é só “estético”. Ele vira custo e estresse. Retrabalho, atraso, material perdido, cliente desconfiado. E o pior é que isso costuma ser evitável com rotina simples.
O que resolve na prática
Confira o modo de cor antes de fechar o arquivo. Use perfil CMYK adequado para o tipo de impressão. Converta as imagens com controle no editor, em vez de deixar a conversão “automática” na última etapa. E, quando a cor for crítica, faça um teste impresso ou uma prova.
A frase que mais escuto é “mas na minha tela estava perfeito”. E a resposta é direta. Tela não é produto final. O produto final é o impresso.
No Brasil, conte com a Apolo. São 38 anos ajudando empresas a transformar cor de tela em cor de verdade no papel, com suporte técnico local e equipe especialista. Impressionar não é sorte. É processo. www.apolo.com.br
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